6 de maio de 2017

What I Watched: Gilmore Girls


Primeiramente, vocês vão perceber que essa é uma série que foge dos meus padrões habituais, que são as séries de investigação criminal. Acontece que eu tenho uma relação antiga com Gilmore Girls, ela foi uma das primeiras séries que assisti na vida, seja na tarde de sábado ou nas manhãs de domingo.
Acho que assim como eu, a maioria das pessoas conheceu Gilmore Girls no SBT, que por sinal nunca passava o episódios direito (normal né, TV aberta sabe como é). Eu acho que só consegui assistir a primeira temporada no SBT, depois com tanta confusão eu acabei largando  pra lá. Com o advento da Netflix, foi possível tornar o sonho de completar a série em realidade, e com isso, posso dizer que Gilmore Girls é a primeira série que consigo completar! Sério! eu estava apostando todas as minha fichas em Bones ou Arquivo X, mas por ser uma série mais curta que estas outras, acabou tendo essa vantagem de ocupar o primeiro lugar no meu ranking pessoal.
Como eu disse, essa é uma série fora do meu habitual, e por que eu resolvi ver? Bem, quando eu acompanhava pelo SBT, eu tinha quase a idade da Rory (eu tinha 14 anos), e eu queria ser como a Rory ou pelo meno vivenciar algumas coisas que acontecia com ela. Ela tinha uma vida praticamente perfeita, era inteligente e bonita, tinha uma mãe que além de tudo era sua melhor amiga, e nem era patricinha…. enfim eu meio que me inspirava na Rory.
Quando comecei a assistir, eu já pensava que com o tempo poderia desistir (por ser uma série sem ação), a cada virada de temporada eu sempre me perguntava, será que vai continuar boa? Mas na verdade, eu gostei mesmo até a terceira temporada, quando Rory vai para faculdade.
Por falar nisso, depois que Rory entra para faculdade ela fica realmente mais insuportável do que o normal. Primeiro ela  fica fanática por estudar, se meter em um monte de aulas, até não dar conta de nada e desabar, enquanto Lorelai também não dá conta das coisas da pousada e desmorona, e ai entramos num dos episódios mais legais “Lorelai Deprimidas”.

Outro ponto estranho da série é alguns personagem secundário que aparecem e de repente, boom! somem! Como os namorados de Lorelai, tem um que ela sai pra pescar num dia e no outro…cadê?Bem, nunca mais outra vez!
E a amizade? No começo Paris odiava Rory, as duas sempre batiam de frente,  tendo altos e baixo o tempo todo. E sempre que começavam a ficar amigas, aparecia algo ou alguém para estragar tudo de novo. É interessante ver que com o tempo Paris percebe que Rory não é sua inimiga (nunca quis ser né!), mas sim sua melhor amiga e confidente.
Outro relacionamento que sempre gostei de ver na série é o da Lane com sua mãe. Lane tem seu gosto musical e seu jeito de ser reprimido, quase que a série inteira pela mãe, a fanática adventista do sétimo dia, que não aceita nenhum tipo de pecado. É legal ver como este relacionamento se desenvolve, e que no fim uma acaba compreendendo a outra!
Por fim, o revival. Quando o revival saiu, eu ainda estava no meio da série, e assim como em Arquivo X, decidi que só iria assistir a nova série, depois que terminasse a original. Eu achei o revival muito esquisito, com os personagens fazendo coisa que você nunca imaginaria, como Emily trabalhando no que parece um museu, Lorelai extremamente chata e em desacordo com todo mundo, e Rory como segunda opção de Logan e com um namorado que não consegue terminar. Contudo, eu achei incrível a ideia de Rory escreve um livro contando sua vida com sua mãe.
Bem, como não deu para fazer igual a do Arquivo X, falando de cada temporada, eu quis apenas falar brevemente de alguns ponto da série, para não ficar muito longo,e cansativo.


Through Lucy Eyes

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