7 de março de 2015

Epica - The Brazilian Enigma Tour

Ontem foi o tão esperado show do Epica, como parte de turnê do álbum “The Quantum Enigma” no Brasil, com a banda convidada Dragonforce no Rio de Janeiro. Eu fui numa excursão e nós iniciamos a viagem 12h30 e chegamos na Fundição Progresso, bem cedo, ás 17hs. Ficamos mais ou menos 1h na fila para pegar o ingresso, pois o sistema de venda de ingressos da Fundição caiu. Depois conseguir o ingresso fui fazer o lanchinho rápido. Voltamos para a fila e tivemos que esperar mais meia hora para entrar e enfim entramos ás 19h em ponto.
Esperamos por mais meio hora até que o Dragonforce entrou no palco. Eu não posso falar muito do Dragonforce, pois não conhecia a banda até então. O que posso dizer é que os caras têm uma presença de palco incrível e o som deles é muito bom! Eles tocam por 1h, e ás 20h30 eles deixaram o palco. Esperamos mais meia hora para que a equipe do Dragonforce retirasse os equipamentos da banda para entrada do Epica. Detalhe foi para a pessoa que estavam tentando retirar o plano de fundo do Dragonforce. Ela parecia estar com um probleminha, e diga-se de passagem bastante dificuldade para retirar e com muito custo conseguiu colocar o fundo do The Quantum Enigma.


Ás 21hs em ponto o Epica entrou no palco, iniciando com a intro “Originem”, seguido para “The Second Stone” e o público já estava eufórico. Em seguida tivemos “The Essence Of Silence”, público todo cantando junto! Mais a melhor surpresa de todas para mim foi sem dúvida “The Last Crusade”! Apesar de que muitos queriam ouvir mesmo era “Façade Of Reality”. “The Last Crusade” já não é tocada faz tempo, é uma música antiga e gosto muito dela! Depois tivemos “Unleashed” e “Storm The Sorrow” duas velhas conhecidas que não podem ficar de fora do setlist. Então foi a vez da tão aguardada canção, da qual foi feita até um abaixo assinado para que banda tocasse ela aqui no Brasil. “Façade Of Reality” veio bombástica e levou o público ao delírio. Esta também é uma música bem antiga (mais que The Last Crusade né), e que já não era tocada com tanta frequência, (ou quase nenhuma) pela banda.

Em seguida Coen tocou um som conhecido em seu super teclado que me fez posicionar o celular para gravar a música que eu pensava estar por vir, “Natural Corruption”. Mais isso foi apenas para enganar essa boba que vos fala, pois na verdade quem deu as caras foi “Sensorium” #chateada! (kkkk). Seguimos então com duas de minhas paixões, “The Obessessive Devotion” e “Victims Of Contingency”. Logo veio a parte do show que menos me agrada. Muitos fãs são loucos com “Cry For The Moon” e “The Phantom Agony”, claro são música muito importantes, que marcaram a carreira da banda, são como hinos. Mais  para ser franca, já não curto tanto assim, de tão repetitivas que elas se tornaram (pressinto xingamentos logo, logo). Bem esta é minha opinião! Antes de irmos para o encore, tivemos o solo bombástico de Arien “The Beast”, eu gravei uma parte que vocês podem conferir abaixo. Já no encore, com a magnífica “Sancta Terra”, que só faltou a Floor Jansen entrar no palco para o famoso dueto com Simone. Não seria nada mal! “Unchain Utopia" veio com sua sutileza típica e tivemos o fechamos clássico, com o duelo entre Coen e Arien em “Consign To Oblivion”.
No mais a banda estava bem entrosada e animada, todos tiveram uma ótima performance, especialmente Simone. Todos estavam bem felizes por estar ali. Destaque para as camisas do Brasil que todos vestiram durante o encore. Mas senti falta de mais músicas do novo álbum, foram apenas cinco! Muitas músicas boas como “Chemical Insomnia” e a que eu esperava tanto em ouvir “Natural Corruption” ficaram de fora.  No geral foi um ótimo show, pena que as minhas fotos não ficaram  tão boas assim. Eu estava muito longe e as que eu tive que dar o zoom ficaram com a qualidade péssima o que me deu muita raiva! Mas se mesmo assim você quiser dar uma espiada segue o link abaixo das fotos.
Mais Fotos!

Through Lucy Eyes

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