11 de janeiro de 2015

What I Watched:O Solitário Samurai

O ano de 2014 se foi e junto com ele se foi Rouruni Kenshin. Terminei de ver os 95 episódios no dia 30 e comecei a ver os OVA agora. Também assistir aos dois filmes do live action, Rurouni Kenshin e Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno, mais vou deixar para falar do live action mas a frente quando eu assistir ao último filme, Rurouni Kenshin: The End Of Legend.
Mas falando do anime, eu não acreditava muito no potencial de Rouruni Kenshin (aqui no Brasil conhecido como Samurai X), eu não achei que fosse gostar tanto! O anime começa um pouco tímido, mais já temos uma grande luta logo no episódio 6, onde Kenshin enfrenta uma das primeiras sombras de seu passado como Hitokiri Battosai, o Jin-E Udou. Também nesses primeiros episódios são introduzidos os personagens principais como: Kaoru, Sanosuke e Yahiko. Após a pequena luta contra o chapéu negro, Kenshin entra numa nova briga, desta vez para salvar a misteriosa Takani Megumi na mansão de Takeda Kanryū, um traficante de Ópio. Ele usava Megumi que tinha grandes habilidades no campo da ciência/medica, para fabricar o ópio. Depois de salvar Megumi e ela se junta a turma de Kenshin, e um novo desafio surge. A ameaça de Shishio Makoto, um antigo Hitokiri que era considerado como sucessor de Battosai. Então Kenshin é convocado para tentar impedir as atividades de Shishio, que tinha como objetivo derrubar o governo atual e assim tomar o controle o Japão. Depois de enfrentar muitos seguidores de Shishio Kenshin finalmente derrota Shishio em uma batalha sofrida e com um final trágico.


Depois do fim da saga de Kyoto, o anime toma um rumo diferente do mangá. Isso por que o anime foi produzido junto com o mangá, e num dado momento o anime ultrapassou o mangá e com isso foram criadas outras sagas que fogem ao roteio original. Com isso, a última saga do mangá foi deixada de fora do anime, a saga de Enishi Yukishiro e a Irmandade dos Seis, que tinha o objetivo de e vingar de Kenshin pelos crimes cometidos na época de Battosai. Não posso falar muito desta parte do mangá, pois eu nunca o li, penso em ler online assim como estou fazendo com o do Yu Yu Hakusho. Por outro lado posso falar muito bem desta parte do anime. Senti até mesmo, que o foco saiu um pouco do nosso herói Kenshin e ficou com algum personagem secundário, como é o acontece durante a Saga dos Cavaleiros Negros, onde o foco fica todo no personagem Yutaro, apenas na luta final Kenshin aparece com o foco central. E falando do Kenshin, durante o anime ele se mostra um personagem tranquilo, pacifico, bondoso e muitas vezes engraçado. Porém quando ele pega sua espada e entra numa luta, aquele olhar sereno que ele tem se transforma totalmente. E é isso que o torna de certa forma para mim, enigmático. E como disso no Twitter outro dia, Kenshin me lembra muito o Goku, há algo em comum em suas personalidades, só não sei dizer o que é rsrs.
O mais interessante de Rurouni Kenshin é a época em que ocorreu o anime. Realmente existiu uma era Tokugawa, a restauração e a Era Meiji, talvez esse seja o anime com a maior carga histórica que já vi o que o torna muito interessante e me faz querer saber mais sobre a história do Japão. Eu já li um pouco e pretendo ler mais e abordar por aqui no TLE algo de curioso que eu encontrar, mas por hora, procurem no Google também e vocês vão ver as possíveis inspirações para a criação de Rurouni Kenshin.

Through Lucy Eyes

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